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Pele depois dos 50: o que muda e por que a proteção solar segue essencial

21/09/2026 · saúde e bem-estar · Fontes: Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

Pele depois dos 50: o que muda e por que a proteção solar segue essencial

Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

Depois dos 50, é comum notar a pele mais fina, mais seca e que marca com mais facilidade. Essa mudança tem explicação: a produção de colágeno cai de forma natural com o tempo, e as glândulas de suor e de óleo (sebo) também ficam menos ativas. O resultado é uma pele que perde parte da proteção natural contra o ressecamento e pequenas lesões — a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) chama esse enfraquecimento estrutural mais acentuado de dermatoporose.

Isso não significa que dá para relaxar a proteção solar — pelo contrário. Os efeitos do sol se acumulam ao longo da vida, e a exposição sem proteção segue contribuindo para o risco de câncer de pele mesmo décadas depois. A SBD recomenda o uso de protetor solar com FPS acima de 30, evitar o sol forte entre 10h e 15h, e completar com chapéu, óculos escuros e roupas que cubram a pele quando a exposição for longa. A entidade também destaca que a exposição solar direta e sem proteção não deve ser vista como estratégia para obter vitamina D.

Vale observar manchas, pintas ou lesões que mudam de forma, tamanho ou cor — e comentar qualquer novidade assim numa consulta, seja com o dermatologista ou o médico de referência.

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